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Saiba como evitar os efeitos secundários dos antibióticos.

Atualizado: 10 de abr. de 2020


O nosso corpo é povoado por uma quantidade impressionante de bactérias - cerca de 39 triliões - que na sua maioria, residem nos intestinos. Estas bactérias, são fundamentais para o bom funcionamento do trânsito intestinal e para um organismo saudável, uma vez que colaboram na síntese de vitaminas (K, B12, B9, B5 e B2) e ajudam a potenciar o nosso sistema imunológico. Já dizia (e bem) Francisco Varatojo que os nossos intestinos são a nossa raiz e têm a mesma função no corpo humano que as raízes das plantas têm para a saúde das mesmas. Uma planta com raízes fortes num bom solo cresce forte e saudável, da mesma forma que uns intestinos saudáveis criam seres humanos saudáveis.

Mas vamos então ao motivo central que me levou a escrever este artigo: os antibióticos.

Quando por algum motivo nos prescrevem um antibiótico de largo espectro (penicilinas, cefalosporinas de quarta geração, etc.) devemos pensar automaticamente em repor a nossa flora intestinal, uma vez que esta será afetada. No caso das mulheres, o cuidado deverá ser redobrado, pois existe a forte possibilidade de desenvolver candidíase, devido à alteração da flora vaginal. As floras bacterianas da pele e da boca são facilmente repovoadas de microrganismos uma vez que estão permanentemente em contacto com o meio ambiente exterior.

Mas e como podemos repovoar a nossa flora intestinal?

Com probióticos.

Os probióticos (pro=a favor; bio=vida) são microorganismos vivos que equilibram a flora intestinal. Ao serem ingeridos e integram-se à flora intestinal já existente, auxiliando no trabalho de absorção dos nutrientes.

E onde podemos encontrar os probióticos?

Aqui:

a) alimentos:

- iogurte