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Sou naturopata, não sou médica.

Atualizado: 10 de abr. de 2020


Recentemente encontrei um blog de um médico que consiste sobretudo em desacreditar e quase ridicularizar as terapias complementares, desde a acupuntura à naturopatia, mas sobretudo a naturopatia.

Entristeceu-me ler tudo aquilo sobre a minha profissão, mas sobretudo senti pena por alguém ser tão fechado e tão fundamentalista.

Devo dizer que sou a primeira a defender uma formação mais intensiva, extensa e profunda dos profissionais das terapias não convencionais, assim como a criação de licenciaturas reconhecidas pelo Estado de modo a garantir uma maior qualidade dos profissionais. Também sou a primeira a defender que as pessoas se informem muito bem sobre o terapeuta que pretendem consultar, pois não é uma bata branca que faz um profissional de saúde.

A questão reside em saber onde estamos e o que realmente representamos.

Somos profissionais de terapias complementares e tal como o nome indica somos um complemento a algo, não somos uma substituição.

Sou naturopata, não sou médica, não pretendo ser, não finjo ser, nem ajo como tal.

Incentivo os meus pacientes a irem ao médico, a fazerem exames e análises.

Não pretendo substituir o médico nem nunca pretendi, e sobretudo sou consciente das capacidades e das limitações da naturopatia.

Sabem porque sou naturopata e porque escolhi este caminho?